jueves, 27 de junio de 2013

7.-Vivo



7.-VIVO 
-¡No, mi joven amigo! Si usted imagina que ha muerto está equivocado.-Dijo Lucia. 
-¿Su Excelencia?-pregunte. 
-No puedo explicarle cómo, pero puedo asegurarle que este nuevo otro mundo que usted esta habitando es real. ¡Con el favor de Dios! 
-Me perdonara Su Excelencia, ya entendí que no he muerto, pero sigo sin entender: ¿Dónde estoy? 
-Vamos a llevar las cosas con calma. Una explicación completa nos consumirá mucho tiempo.  
Lucia se dirigió a la puerta y llamo con una seña al guardia. 
-Por el día de hoy ha sido suficiente. Ve a dormir. Mañana temprano te va a buscar alguien que te va a ayudar. 
-Su Excelencia en esta ciudad hablan otro idioma. 
-Ciertamente hablamos muchos idiomas. Pero la persona que te va a buscar mañana también habla portugués. Sigue a Félix, te llevará de vuelta a la bodega que te servirá de alojamiento por hoy. Mañana veremos tu situación. 
Camine junto a Félix. Él dijo hablar español, pero con una entonación diferente. Al igual que con Lucia muchas de las palabras no las entendía. 
Le pedí a Félix que me permitiera conocer algo de la ciudad. Félix accedió. 
Vi en las calles algunas cosas que me parecieron maravillosas, y a cada diez pasos me detenía para preguntar. 
Las calles se iluminaban con la luz proveniente de postes altos. En la parte superior tenían una pequeña flama, pero no pude ver con qué se alimentaba. Félix dijo: ‘Gas, luz de gas’. 
Frente a nosotros paso un hombre montado una maquina de dos ruedas y aunque viajaba sentado, el movimiento de sus piernas se convertía en avance. Félix dijo: ‘Bicicleta’ 
Una mujer ofrecía unos conos de papel con una golosina blanca, salada, muy sabrosa. Félix dijo: ‘Palomitas’


7.-VIVO 
-Não, meu jovem amigo! Se você imagina que há morto esta enganado. –Disso Lucia. 
-Sua Excelência? – Perguntei. 
-Não posso explicar o como, mas eu posso assegurar que este novo outro mundo que você esta habitando é real. Com o favor de Deus! 
-Você perdoe Sua Excelência, eu entendo que não estou morto, mas sigo sem entender: Onde estou? 
-Vamos levar as coisas calmas. A explicação completa consumira muito tempo. 
Lucia dirigiu à porta e chamou com uma senha ao guarda.  
-Pelo dia de hoje é suficiente. Você vai dormir. Na amanha vai procurar-lhe uma pessoa para ajudar. 
-Sua Excelência nesta cidade o povo fala outro idioma. 
-Com certeza nos falamos muitos idiomas. Mas a pessoa que vai procurar-lhe amanha também fala português. Siga a Félix, ele vai levar-lhe de novo ao celeiro que é onde você pernoitara.  Amanha veremos a situação.
Eu caminhei ao lado de Félix. Ele disso falar espanhol, mas com uma entonação diferente. Ao mesmo que Lucia muitas palavras não entendia. 
Eu pedi Félix que me deixara conhecer algumas coisas da cidade. Félix aceito. 
Eu vi nas ruas algumas coisas que pareciam maravilhosas a mim, e cada dez passos eu parava para inquirir. 
As ruas iluminavam-se com a luz que provinham de postes altos. Na parte superior tinham uma pequena flama, mas não pude ver com que coisa estava alimentada. Félix disso: ‘Gas, luz de gas’. 
Frente a nos passo um homem montado uma maquina de duas rodas e ainda que viajasse sentado, o movimento das suas pernas convertia-se em avance. Félix disso: ‘Bicicleta’. 
Uma mulher oferecia cones de papel com uma guloseima branca, salada, muito saborosa. Félix disso: ‘Palomitas’.

lunes, 24 de junio de 2013

6.-Miedo



MIEDO 
Tenía un mar de confusión en mi cabeza. Súbitamente me sentí desesperado. No podía controlar mis pensamientos ni mis emociones. Tenía ganas de correr pero mis piernas no respondían. Lucia me tomo por el brazo, debe haber notado que lo necesitaba y me acerco una silla. 
Me sentí peor que en la cubierta de mi barco durante la tempestad. Aunque quería hacer preguntas, no podía abrir la boca. 
Lucia se quedo parada a mi lado. Puso sus manos en mis hombros y dijo: 
-Creo que te explique demasiado rápido. 
Después de un rato, me sentí un poco mejor y mi imaginación comenzó a trabajar más eficientemente. Pensé: 
‘Si he pasado a Otro Mundo este no debe ser el infierno, ella dijo que este lugar se llama La Tranquilidad, todos aquí me han tratado bien, con amabilidad. Ella, Lucia, dijo que es mi amiga y en este momento parece querer consolarme. Es un comportamiento contrario al de las huestes del mal. 
Si no es el infierno, tampoco creo que sea el Cielo. No escucho el coro de ángeles alabando a Dios. Siento angustia y desesperación, cansancio, hambre, confusión, son sentimientos de los mortales, … Eso creo. 
Las calles están limpias, la gente vive y trabaja, y Lucia me ha hablado de tiempos de paz, de comercio, de industria, de agricultura, de trabajo. Son actividades de los vivos…, o no? 
Debe ser el purgatorio o alguna estación que el hombre no conoce, y debo haber sido enviado aquí para purgar mis pecados, ¿Estaré castigado?’ 
Respire profundo varias veces. Con resignación me puse de rodillas, baje los brazos, incline la cabeza, cerré los ojos y dije: 
-¡Estoy listo para recibir mi castigo! 
-¿Qué estás diciendo, querido Gaspar? 
-Seguramente he muerto. ¡Ya no tengo miedo! 

MEDO 
Eu tinha um mar de confusão na minha cabeça. Subitamente senti-me desesperado. Não podia controlar meus pensamentos nem minhas emoções. Tive desejos de correr, mas minhas pernas não respondiam. Lucia tomou-me pelo braço, deve haver notado que eu precisava e aproximou uma cadeira. 
Eu senti pior que na coberta de meu barco durante a tempestade. Ainda que quisesse fazer perguntas, não podia abrir a boca. 
Lucia ficou parada junto a mim. Ela pôs suas mãos nos meus ombros e disso: 
-Eu acredito que expliquei muito rápido. 
Depois de um momento, eu me senti um pouco melhor e minha imaginação começo trabalhar mais eficientemente. Pensei: 
‘Se passei ao Outro Mundo aqui não deve ser o inferno, ela disso que este lar chama-se A tranqüilidade, todas as pessoas aqui me tratam bem, com amabilidade. Ela, Lucia, diz que é minha amiga e neste momento parece quer me consolar. É um comportamento contrario as hostes do mau. 
Se não é o inferno, tampouco acredito como o Céu. Não escuto o coro dos anjos louvando a Deus. Sinto angustia e desesperação, cansaço, fome, confusão, são sentimentos dos mortais, ... Isso acredito. 
As ruas estão limpas, o povo vive e trabalha, e Lucia me falou de tempos de paz, de comercio, de indústria, de agricultura, de trabalho. São atividades dos vivos, ... Ou não? 
Deve ser o purgatório a alguma estação que o homem não conhece, e devo haver sido enviado aqui para purgar meus pecados. Estarei castigado?’ 
Respirei profundo várias vezes. Com resignação Eu caí de joelhos, baixe os braços, inclinei a cabeça, fechei os olhos e eu disse: 
-Estou listo para receber meu castigo! 
-O que você esta dizendo, querido Gaspar? -Com certeza estou morto. Eu não tenho medo!

martes, 18 de junio de 2013

5.-El Salto



5.-EL SALTO 
-Pues…, ¡Sí! Estás en un Nuevo Mundo.-dijo Lucia.-Pero es una idea que quizá no entiende aún.
-¿Son ciertas esas historias de que hay tierras vírgenes al occidente?, ¿Esto es Brasil, Su Excelencia?
-¡Sí, es verdad! Y: ¡No, aquí no es Brasil!, ya te había dicho que estamos en ‘La Tranquilidad’, y ya te había dicho, también, que no me llames ‘Su Excelencia’, solo Lucia, soy tu amiga.
-¡Me concede un honor inmerecido!
-¡Eres un caballero!
-No, Señora, soy un humilde marinero.
-Quise decir que eres cortés, amable, educado. Bueno, voy a tratar de explicarte, conforme a lo que creo que tienes de conocimientos. Espero que me puedas entender.
-Pondré toda la atención de que soy capaz, Su… Lucia.
-El mundo es redondo…
-¿El mundo es redondo?- interrumpí asombrado.
-Sí, es redondo, como una naranja. No es el centro del universo. El mundo gira sobre su eje y le da vuelta al sol que es el centro del sistema solar. En tu tiempo, dentro de poco será descubierto un nuevo continente, América, al que llamaran nuevo mundo, después otro, Antártida, y finalmente Australia, y muchas islas más.
-¿Es eso cierto?
-¡En la totalidad! Solo que…, ese es el mundo que tú conoces y el tiempo que tu viviste. 
-¿Cómo?, ¿Qué está diciendo usted, Lucia?
-Desconozco como es el proceso, y a muchos de los que aquí viven les ha pasado de manera diferente, con situaciones muy dispares. Pero, ese mundo que tú pisaste hasta el día ayer y este que estas pisando hoy es Otro Mundo totalmente diferente.
-¿Está tratando de decirme que no es el Nuevo Mundo y que estoy en Otro Mundo?

-¡Exacto! Diste El Salto. 

5.-O SALTO 
-Pois..., Sim! Você esta em um Novo Mundo. -disso Lucia. -Mas é uma idéia que talvez não entenda ainda.
-São certas as historias de que há terras virgens ao ocidente?, Isto é Brasil, Sua Excelência? 
-Sim, é verdade! E: Não, aqui não é Brasil! Já havia dito que estamos em ‘A Tranqüilidade’, já havia dito, também, que não me chame ‘Sua Excelência’, só Lucia, eu sou sua amiga.
-Você concede-me uma honra imerecida!
-Você é um cavalheiro!
-Não, Senhora, sou um humilde marinheiro.
-Eu quis dizer que você é cortês, amável, educado. Bom, vou tentar explicar-te, conforme ao que acredito que você tem de conhecimentos. Eu espero que você pode-me entender.
-Eu porei toda a atenção de que sou capaz, Sua... Lucia.
-O mundo é redondo.
-O mundo é redondo?- Interrompi assombrado.
-Sim, é redondo, como uma laranja. Não é o centro do universo. O mundo giro sobre seu eixo e da volta ao sol que é o centro do sistema solar. Em seu tempo, em pouco será descoberto um novo continente, América, ao que chamaram novo mundo, depois outro, Antártida, ao final Austrália e muitas ilhas mais.
-Isso é certo?
-Na totalidade! Só que..., esse é o mundo que você conhece e o tempo que você viveu. 
-O como? O que você esta dizendo, Lucia?
-Desconheço como é o processo, e a muitas pessoas que vivem aqui aconteceu de maneira diferente, com situações dispares. Mas, esse mundo que você pisou ontem e o que esta pisando agora é Outro Mundo totalmente diferente.
-Você esta tentando dizer-me que não é o Novo Mundo e que estou em Outro Mundo? 
-Com certeza! Você deu O Salto.

lunes, 10 de junio de 2013

4.-Nuevo Mundo



NUEVO MUNDO 
Episodio 4. El Intrépido Capitán. 
-¡Bonito nombre!, pero es muy largo, ¿Cómo prefieres que te llamemos?, de forma más familiar. 
-¡Gaspar!,  Con Gaspar estará bien.-dije. 
-¡Muy bien, Gaspar!, ¿En qué año crees que estamos viviendo? 
-¿En qué año?, …, estamos en el año del Señor de 1498, me sorprende que Su Excelencia pregunte eso, ¿Por qué lo pregunta? 
-En un momento te voy a explicar.  Antes contéstame otras pocas preguntas. ¿En qué continente crees que estamos? 
-Por el clima cálido, diría que estamos en África, aunque no creo estar tan lejos de Irlanda o Inglaterra. La gente viste de manera muy extraña, ¿Acaso estamos todavía en Europa?, ¿Es esto parte de Asia? 
-¡Ninguno de ellos! 
-¿Estamos acaso en Las Indias Occidentales? 
-¡No!, Estamos en otro lugar…, dime marinero: ¿Qué es lo último que recuerdas? 
-¿Lo último?..., Una ola enorme me arrastro por la cubierta. Yo estaba atado al palo mayor. No sé cómo se pudo haber desatado mi cuerda. Luego, oscuridad y sentí como flotaba en el agua. Luché mucho tiempo, pero no volví a ver mi nave. ¡Encomendé mi alma al Señor!, ¡Rogué por la salvación!, Y me preparé para morir. La oscuridad era absoluta, Su Excelencia, pero entonces vi una luz, a lo lejos, un destello o una estrella, no lo sé. Yo sabía que era inútil luchar contra la furia de los elementos. Así que solo me quedaba rezar y desear estar ahí. Si esa luz indicaba un lugar seguro, yo quería estar ahí… 
-¿Y después Gaspar?, ¿Qué pasó después? 
-¡No sé cómo explicarlo!, El viento cesó, el cielo se despejó y el mar se calmo y yo nadé con todas mis fuerzas… 
-¿Y?- Lucia me miraba fijamente. 
-¿Llegué al Nuevo Mundo?

  
NOVO MUNDO 
Episódio 4. O Corajoso Capitão. 
-Bonito nome!, Mas é muito longo. O como prefere você ser chamado?, De uma forma mais familiar. 
-Gaspar!, Com Gaspar esta bem-Eu disse. 
-Muito bem, Gaspar!, No que ano acredita você que estamos vivendo? 
-No que ano?,... Estamos-nos no ano do Senhor de 1498, me surpreende que Sua Excelência inquira isso, O porquê pergunta? 
-Num momento eu vou explicar. Agora conteste outras poucas perguntas. No que continente acredita você estamos? 
-Pelo clima cálido, eu diria que é África, ainda que não acredito estar tão longo de Irlanda ou Inglaterra. A gente veste de forma muito estranho. Acaso ainda estamos em Europa?, É isto parte de Ásia? 
-Nenhum deles! 
-Estamos acaso nas Índias Ocidentais? 
-Não!, Estamos em outro lar..., me dizes Marinheiro: O que é a ultima coisa que você lembra? 
-A ultima coisa?..., Uma onda enorme arrastou a mim pela coberta. Eu estava atado ao mastro grande, Não sei como poderia desatar-se minha corda. Depois, obscuridade e senti como flutuava na água. Lutei muito tempo, mas não voltei ver minha nave. Encomendei minha alma  ao Senhor!, Roguei pela salvação!, E preparei para morrer. A obscuridade era absoluta, Sua Excelência, mas então vi uma luz, ao longo, um lampejo ou uma estrela, eu não sei. Eu sabia que era inútil lutar contra a fúria dos elementos. Assim, só ficava rezar e desejar estar aí. Se a luz indicava um lar seguro, eu queria estar aí... 
-E depois Gaspar?, O que aconteceu depois? 
-Eu não sei como explicar!, o vento cessou, o céu aclarou e o mar calmou e eu nadei com minhas forças todas... 
-E?- Lucia me olhava fixamente. 
-Cheguei ao Novo Mundo?