MIEDO
Tenía un mar
de confusión en mi cabeza. Súbitamente me sentí desesperado. No podía controlar
mis pensamientos ni mis emociones. Tenía ganas de correr pero mis piernas no
respondían. Lucia me tomo por el brazo, debe haber notado que lo necesitaba y me
acerco una silla.
Me sentí peor
que en la cubierta de mi barco durante la tempestad. Aunque quería hacer
preguntas, no podía abrir la boca.
Lucia se
quedo parada a mi lado. Puso sus manos en mis hombros y dijo:
-Creo que te
explique demasiado rápido.
Después de un
rato, me sentí un poco mejor y mi imaginación comenzó a trabajar más
eficientemente. Pensé:
‘Si he pasado
a Otro Mundo este no debe ser el
infierno, ella dijo que este lugar se llama La
Tranquilidad, todos aquí me han tratado bien, con amabilidad. Ella, Lucia,
dijo que es mi amiga y en este momento parece querer consolarme. Es un
comportamiento contrario al de las huestes del mal.
Si no es el
infierno, tampoco creo que sea el Cielo. No escucho el coro de ángeles alabando
a Dios. Siento angustia y desesperación, cansancio, hambre, confusión, son sentimientos
de los mortales, … Eso creo.
Las calles
están limpias, la gente vive y trabaja, y Lucia me ha hablado de tiempos de
paz, de comercio, de industria, de agricultura, de trabajo. Son actividades de
los vivos…, o no?
Debe ser el
purgatorio o alguna estación que el hombre no conoce, y debo haber sido enviado
aquí para purgar mis pecados, ¿Estaré castigado?’
Respire
profundo varias veces. Con resignación me puse de rodillas, baje los brazos,
incline la cabeza, cerré los ojos y dije:
-¡Estoy listo
para recibir mi castigo!
-¿Qué estás
diciendo, querido Gaspar?
-Seguramente
he muerto. ¡Ya no tengo miedo!
MEDO
Eu tinha um mar de confusão na minha
cabeça. Subitamente senti-me desesperado. Não podia controlar meus pensamentos
nem minhas emoções. Tive desejos de correr, mas minhas pernas não respondiam.
Lucia tomou-me pelo braço, deve haver notado que eu precisava e aproximou uma
cadeira.
Eu senti pior que na coberta de meu
barco durante a tempestade. Ainda que quisesse fazer perguntas, não podia abrir
a boca.
Lucia ficou parada junto a mim. Ela
pôs suas mãos nos meus ombros e disso:
-Eu acredito que expliquei muito
rápido.
Depois de um momento, eu me senti um
pouco melhor e minha imaginação começo trabalhar mais eficientemente. Pensei:
‘Se passei ao Outro Mundo aqui não deve ser o inferno, ela disso que este lar
chama-se A tranqüilidade, todas as pessoas aqui me tratam bem, com amabilidade.
Ela, Lucia, diz que é minha amiga e neste momento parece quer me consolar. É um
comportamento contrario as hostes do mau.
Se não é o inferno, tampouco
acredito como o Céu. Não escuto o coro dos anjos louvando a Deus. Sinto
angustia e desesperação, cansaço, fome, confusão, são sentimentos dos mortais,
... Isso acredito.
As ruas estão limpas, o povo vive e
trabalha, e Lucia me falou de tempos de paz, de comercio, de indústria, de
agricultura, de trabalho. São atividades dos vivos, ... Ou não?
Deve ser o purgatório a alguma
estação que o homem não conhece, e devo haver sido enviado aqui para purgar
meus pecados. Estarei castigado?’
Respirei profundo várias vezes. Com
resignação Eu caí de joelhos, baixe os braços, inclinei a cabeça, fechei os
olhos e eu disse:
-Estou listo para receber meu
castigo!
-O que você esta dizendo, querido
Gaspar?
-Com certeza estou morto. Eu não tenho medo!
Nesse episódio gostei do Capitán mostrar seu outro lado... entre ser, sentir, existir... todas as sensações vividas em local desconhecido... Gaspar e seus sentimentos inexatos, erráticos...
ResponderEliminar