NUEVO MUNDO
Episodio 4.
El Intrépido Capitán.
-¡Bonito
nombre!, pero es muy largo, ¿Cómo prefieres que te llamemos?, de forma más
familiar.
-¡Gaspar!, Con Gaspar estará bien.-dije.
-¡Muy bien,
Gaspar!, ¿En qué año crees que estamos viviendo?
-¿En qué año?,
…, estamos en el año del Señor de 1498, me sorprende que Su Excelencia pregunte eso, ¿Por
qué lo pregunta?
-En un
momento te voy a explicar. Antes
contéstame otras pocas preguntas. ¿En qué continente crees que estamos?
-Por el clima
cálido, diría que estamos en África, aunque no creo estar tan lejos de Irlanda
o Inglaterra. La gente viste de manera muy extraña, ¿Acaso estamos todavía en
Europa?, ¿Es esto parte de Asia?
-¡Ninguno de
ellos!
-¿Estamos
acaso en Las Indias Occidentales?
-¡No!, Estamos en otro lugar…, dime marinero: ¿Qué es lo último que
recuerdas?
-¿Lo
último?..., Una ola enorme me arrastro por la cubierta. Yo estaba atado al palo mayor. No sé cómo se pudo haber
desatado mi cuerda. Luego, oscuridad y sentí como flotaba en el agua. Luché mucho
tiempo, pero no volví a ver mi nave. ¡Encomendé mi alma al Señor!, ¡Rogué por la salvación!, Y me preparé
para morir. La oscuridad era absoluta, Su
Excelencia, pero entonces vi una luz, a lo lejos, un destello o una
estrella, no lo sé. Yo sabía que era inútil luchar contra la furia de los
elementos. Así que solo me quedaba rezar y desear estar ahí. Si esa luz
indicaba un lugar seguro, yo quería estar ahí…
-¿Y después
Gaspar?, ¿Qué pasó después?
-¡No sé cómo
explicarlo!, El viento cesó, el cielo se despejó y el mar se calmo y yo nadé
con todas mis fuerzas…
-¿Y?- Lucia
me miraba fijamente.
-¿Llegué al Nuevo Mundo?
NOVO MUNDO
Episódio 4. O Corajoso Capitão.
-Bonito nome!, Mas é muito longo. O
como prefere você ser chamado?, De uma forma mais familiar.
-Gaspar!, Com Gaspar esta bem-Eu
disse.
-Muito bem, Gaspar!, No que ano
acredita você que estamos vivendo?
-No que ano?,... Estamos-nos no ano
do Senhor de 1498, me surpreende que Sua
Excelência inquira isso, O porquê pergunta?
-Num momento eu vou explicar. Agora
conteste outras poucas perguntas. No que continente acredita você estamos?
-Pelo clima cálido, eu diria que é
África, ainda que não acredito estar tão longo de Irlanda ou Inglaterra. A
gente veste de forma muito estranho. Acaso ainda estamos em Europa?, É isto
parte de Ásia?
-Nenhum deles!
-Estamos acaso nas Índias Ocidentais?
-Não!, Estamos em outro lar..., me
dizes Marinheiro: O que é a ultima
coisa que você lembra?
-A ultima coisa?..., Uma onda enorme
arrastou a mim pela coberta. Eu estava atado ao mastro grande, Não sei como poderia desatar-se minha corda. Depois,
obscuridade e senti como flutuava na água. Lutei muito tempo, mas não voltei
ver minha nave. Encomendei minha alma ao
Senhor!, Roguei pela salvação!, E preparei para morrer. A obscuridade era absoluta,
Sua Excelência, mas então vi uma luz,
ao longo, um lampejo ou uma estrela, eu não sei. Eu sabia que era inútil lutar
contra a fúria dos elementos. Assim, só ficava rezar e desejar estar aí. Se a
luz indicava um lar seguro, eu queria estar aí...
-E depois Gaspar?, O que aconteceu
depois?
-Eu não sei como explicar!, o vento
cessou, o céu aclarou e o mar calmou e eu nadei com minhas forças todas...
-E?- Lucia me olhava fixamente.
-Cheguei ao Novo Mundo?
A cada episódio que leio a história do “El Intrépido Capitán” transporto-me para época sinto-me como se eu estivesse lá pessoalmente assistindo o desenrolar de cada acontecimento, ouvindo os diálogos, observando o cenário, posso até dizer que, sinto a brisa fresca que vem do mar...
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