7.-VIVO
-¡No, mi
joven amigo! Si usted imagina que ha muerto está equivocado.-Dijo Lucia.
-¿Su Excelencia?-pregunte.
-No puedo
explicarle cómo, pero puedo asegurarle que este nuevo otro mundo que usted esta habitando es real. ¡Con el favor de Dios!
-Me perdonara
Su Excelencia, ya entendí que no he
muerto, pero sigo sin entender: ¿Dónde estoy?
-Vamos a
llevar las cosas con calma. Una explicación completa nos consumirá mucho
tiempo.
Lucia se
dirigió a la puerta y llamo con una seña al guardia.
-Por el día
de hoy ha sido suficiente. Ve a dormir. Mañana temprano te va a buscar alguien
que te va a ayudar.
-Su Excelencia en esta ciudad hablan otro
idioma.
-Ciertamente hablamos muchos idiomas. Pero la persona
que te va a buscar mañana también habla portugués. Sigue a Félix, te llevará de vuelta a la bodega que te servirá de
alojamiento por hoy. Mañana veremos tu situación.
Camine junto
a Félix. Él dijo hablar español, pero con una entonación diferente. Al igual
que con Lucia muchas de las palabras no las entendía.
Le pedí a
Félix que me permitiera conocer algo de la ciudad. Félix accedió.
Vi en las
calles algunas cosas que me parecieron maravillosas, y a cada diez pasos me
detenía para preguntar.
Las calles se
iluminaban con la luz proveniente de postes altos. En la parte superior tenían
una pequeña flama, pero no pude ver con qué se alimentaba. Félix dijo: ‘Gas,
luz de gas’.
Frente a nosotros
paso un hombre montado una maquina de dos ruedas y aunque viajaba sentado, el
movimiento de sus piernas se convertía en avance. Félix dijo: ‘Bicicleta’
Una mujer
ofrecía unos conos de papel con una golosina blanca, salada, muy sabrosa. Félix dijo: ‘Palomitas’
7.-VIVO
-Não, meu jovem amigo! Se você imagina
que há morto esta enganado. –Disso Lucia.
-Sua
Excelência? – Perguntei.
-Não posso explicar o como, mas eu
posso assegurar que este novo outro mundo
que você esta habitando é real. Com o
favor de Deus!
-Você perdoe Sua Excelência, eu
entendo que não estou morto, mas sigo sem entender: Onde estou?
-Vamos levar as coisas calmas. A
explicação completa consumira muito tempo.
Lucia dirigiu à porta e chamou com
uma senha ao guarda.
-Pelo dia de hoje é suficiente. Você
vai dormir. Na amanha vai procurar-lhe uma pessoa para ajudar.
-Sua
Excelência nesta cidade o povo fala outro idioma.
-Com certeza nos falamos muitos idiomas. Mas a pessoa que vai procurar-lhe
amanha também fala português. Siga a Félix,
ele vai levar-lhe de novo ao celeiro que é onde você pernoitara.
Amanha veremos a situação.
Eu caminhei ao lado de Félix. Ele
disso falar espanhol, mas com uma entonação diferente. Ao mesmo que Lucia
muitas palavras não entendia.
Eu pedi Félix que me deixara
conhecer algumas coisas da cidade. Félix aceito.
Eu vi nas ruas algumas coisas que
pareciam maravilhosas a mim, e cada dez passos eu parava para inquirir.
As ruas iluminavam-se com a luz que
provinham de postes altos. Na parte
superior tinham uma pequena flama, mas não pude ver com que coisa estava alimentada.
Félix disso: ‘Gas, luz de gas’.
Frente a nos passo um homem montado
uma maquina de duas rodas e ainda que viajasse sentado, o movimento das suas
pernas convertia-se em avance. Félix disso: ‘Bicicleta’.
Uma mulher oferecia cones de papel
com uma guloseima branca, salada, muito saborosa. Félix disso: ‘Palomitas’.
As descobertas por Gaspar trás a memória, as indagações quando se vive a experiência de uma cultura nova, a culinária e os modos de viver de cada povo. A experiência está em local desconhecido proporciona a Gaspar a ideia de está morto, através da irrealidade, onde o real e o imaginário misturam-se em sua cabeça.
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