2.-¿PRISIONERO?
Seguimos caminado, pero no llegue a ver el origen del humo. Me desmayé en algún punto
antes de llegar a nuestro destino. Nuevamente, en el mismo día, despertaba en
un lugar desconocido. Pero en esta ocasión tenia agua y comida a mi lado y
descansaba bajo techo en un camastro. Agua, alimento y refugio. ¿Cuándo tendré
compañía?
Ya se podía sentir la noche sobre mí. Llego uno de mis
captores. Abrió la puerta y, con una sonrisa, me enseño sus manos vacías.-¿Soy acaso vuestro prisionero?-pregunté.
-¡Huésped!- respondió.
Hice muchas preguntas, pero mi acompañante solamente se
encogió de hombros, me hizo una seña para que le siguiera y dijo:
-¡Huésped!- y camino delante de mí.
No era una prisión, era una bodega. Y cuando salimos a la
calle note que la ciudad es pequeña.
Quede asombrado de la limpieza y el orden. La gente que
vi me sonreía, aunque también estaban los que me veían con recelo.
Nos dirigimos a una plaza, a un lado había un edificio de
tres niveles, posiblemente la construcción más alta de éste lugar. Entramos.
En la segunda planta mi acompañante me llevo por un
corredor y al fondo abrió una puerta, con un ademán me invito a entrar y me
dijo: ¡Káiser!
En mi mente se había formado la idea de ‘Káiser’ como un lugar, el nombre de la
ciudad. También me imagine que era el titulo del dignatario local. Pero en el
interior estaba una mujer, sentada en una mesa leyendo papeles. ¡Asombroso para mí!
Además, la mujer tenía sobre la nariz y frente a sus ojos
unas gafas. Ya había visto esos artefactos antes, pero no se parecían a los que
ella usaba.
¡Para asombrarme
aún más!, La mujer apartó su lectura, me
vio, sonrió y me dijo, en mi propio idioma:
-¡Bienvenido!,
¡¿Cómo está usted?
2.-PRISIONEIRO?
Seguimos caminhando, mas não cheguei ver o origem do fumaça. Eu desmaie nalgum ponto antes de chegar ao nosso destino. Novamente, no mesmo dia, eu despertei num lar desconhecido. Mas nesta ocasião tinha água, alimento ao lado e descansava em baixo teto num catre. Água, alimento e refúgio. O Quando terei companhia?
Eu podia sentir a noite sobre mim. Chegou um de meus captores. Ele abriu a porta e, com um sorriso, ele ensino suas mãos vazias.
-Eu sou acaso vosso prisioneiro?-inquiri.
Eu fiz muitas perguntas, mas meu acompanhante somente encolheu os ombros, fez um sinal para eu siguir-le e ele disso:
-Hóspede!-e caminhou diante de mim.
Não era prisão, era bodega. E quando saímos na rua eu percebi que a cidade é pequena.
Fiquei assombrado da limpeza e ordem. O povo que vi sorria, ainda que também estavam as pessoas que viam com apreensão.
Dirigimos-nos a uma praça, num lado achamos um edifício de três niveles, talvez a construção mais alta deste lar. Entramos.
Na segunda planta meu acompanhante me levou por um corredor e ao fundo abriu uma porta, com um ademã ele invitou á entrar e disso: Cáiser!
Na minha mente havia-se formado a idéia de ‘Cáiser’ como um lar, o nome da cidade.
Também me imaginei o titulo do dignitário local. Mas no interior estava uma mulher, sentada numa mesa legendo papéis. Assombroso para mim!
Além, a mulher tinha sobre o nariz e diante os olhos um par de óculos. Eu havia visto esse artefato antes, mas não pareciam aos que ela usava.
Para maior assombro!, A mulher apartou sua leitura, viu a mim, sorrio, e disso, no meu próprio idioma:
-Bem-vindo!, Como vai você?
Seguimos caminhando, mas não cheguei ver o origem do fumaça. Eu desmaie nalgum ponto antes de chegar ao nosso destino. Novamente, no mesmo dia, eu despertei num lar desconhecido. Mas nesta ocasião tinha água, alimento ao lado e descansava em baixo teto num catre. Água, alimento e refúgio. O Quando terei companhia?
Eu podia sentir a noite sobre mim. Chegou um de meus captores. Ele abriu a porta e, com um sorriso, ele ensino suas mãos vazias.
-Eu sou acaso vosso prisioneiro?-inquiri.
Eu fiz muitas perguntas, mas meu acompanhante somente encolheu os ombros, fez um sinal para eu siguir-le e ele disso:
-Hóspede!-e caminhou diante de mim.
Não era prisão, era bodega. E quando saímos na rua eu percebi que a cidade é pequena.
Fiquei assombrado da limpeza e ordem. O povo que vi sorria, ainda que também estavam as pessoas que viam com apreensão.
Dirigimos-nos a uma praça, num lado achamos um edifício de três niveles, talvez a construção mais alta deste lar. Entramos.
Na segunda planta meu acompanhante me levou por um corredor e ao fundo abriu uma porta, com um ademã ele invitou á entrar e disso: Cáiser!
Na minha mente havia-se formado a idéia de ‘Cáiser’ como um lar, o nome da cidade.
Também me imaginei o titulo do dignitário local. Mas no interior estava uma mulher, sentada numa mesa legendo papéis. Assombroso para mim!
Além, a mulher tinha sobre o nariz e diante os olhos um par de óculos. Eu havia visto esse artefato antes, mas não pareciam aos que ela usava.
Para maior assombro!, A mulher apartou sua leitura, viu a mim, sorrio, e disso, no meu próprio idioma:
-Bem-vindo!, Como vai você?
2.-PRISONER?
We followed the road,
but I do not get to see the origin of the smoke. I fainted in some point before
to arrive our destiny. Again, in the same day, I awake up in a unknown place.
But in this time I had water and food by my side and I lied under ceiling in a
bed. Water, food and refuge. When will I have company?
I can feel the night over
me. A guard comes to me. He opens the door and, with a smile, show me his empty
hands.
Am I your prisoner? -
I ask him.
A guest! - He answers me.
I make many questions,
but my friend just shrank his shoulders, make me a sign to follow him and say:
A guest! – And walk in
front to me.
That was not a prison,
which was a barn. When we go to the street I see the city like small.
I surprised with the
clean and order. The people smile me, but there are people that see me with
suspect to me.
We gone to a place,
beside a three levels build, may the highest construction in the zone. We went
into the house.
In the second floor my
friend takes me across the aisle and in the bottom he opens a door, with a sign
he invites me to go and tell me: Kaiser!
In my mind I have the
idea of ‘Kaiser’ like a place, the city
name. Also, I think in the authority title. But, there is a woman indoor, sitting
in a desk and reading some papers. Surprise
to me!
Besides, she had over
the nose and fronts her eyes. I see these devices before, but those were no
similar like she was using.
To surprise me more yet!, the woman leave her reading,
she look at me, smile and tell me, in my own language:
Welcome! How are you?
Acompanho El Intrépido Capitán a cada episódio, emocionante, é interessante, o cenário, a linguagem falada, vestuário e principalmente a descrição e caracterização de cada personagem.
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